
A MTHFR é uma enzima responsável por converter o ácido fólico na sua forma ativa, o metilfolato, que o corpo realmente utiliza. Mulheres que possuem variações genéticas nessa enzima podem ter dificuldade nessa conversão.
Quando isso acontece, mesmo com a ingestão adequada de ácido fólico, o organismo pode não aproveitar o nutriente de forma eficiente, o que tem impacto direto no planejamento da gravidez.
O folato é essencial para a formação do tubo neural do bebê, prevenindo malformações já nas primeiras semanas de gestação.
A deficiência de MTHFR pode estar associada a níveis elevados de homocisteína no sangue, fator relacionado a complicações na fertilidade e na gestação. Por isso, conhecer essa condição faz parte de um planejamento consciente.
É por esse motivo que muitos especialistas recomendam o uso do metilfolato, a forma já ativada do folato, em vez do ácido fólico convencional, especialmente para mulheres com histórico ou predisposição a essa variação genética.
Metilfolato: a forma ativa do folato
Diferente do ácido fólico, o metilfolato não depende da conversão pela enzima MTHFR. Ele é absorvido e utilizado diretamente pelo organismo, garantindo o aporte necessário do nutriente.
Para quem está planejando engravidar, a escolha de uma suplementação com metilfolato pode ser determinante para assegurar o desenvolvimento saudável do bebê desde o início da gestação.



